Contas, cartões, financiamentos, imóveis, veículos, aluguel, investimentos e a sua empresa, tudo no mesmo lugar. E o imposto de cada um: bolsa, day-trade, come-cotas, carnê-leão, ganho de capital, cripto e exterior, com a DARF pronta e a declaração montada. Conecte o banco pelo Open Finance e descubra, em minutos, se você deve DARF atrasada.
Um e-mail no dia em que o download abrir, e os cinco primeiros passos para começar. Nada além disso.
Usamos o seu e-mail só para isso, e você sai da lista com um clique em qualquer mensagem. Política de privacidade.
Anotado. Você recebe o aviso no dia.
Hoje isso está espalhado em três programas. Abra cada um aqui embaixo para ver o que tem dentro.
Contas, cartões, financiamentos, o salário e tudo que se repete todo mês. Você importa o extrato do banco e a nota da corretora.
Cada compra do cartão entra classificada — mercado, farmácia, escola, combustível. Assim você não vê só o total da fatura no fim do mês: vê onde gastou.
Ações, fundos imobiliários, ETF, renda fixa, previdência, cripto, imóveis e veículos. O preço médio é calculado, e a cotação vem sozinha.
A empresa fica separada de você: o que é dela não soma no seu patrimônio. E o dividendo, o pró-labore e o aporte de capital andam entre as duas, cada um registrado como a Receita espera.
Ele apura todo mês, emite a DARF e monta a declaração ficha por ficha, com os números que você vai digitar no programa da Receita.
Se faltar a cotação do dia da venda, ele para e diz o que está faltando. Não inventa número para o cálculo fechar.
A lista inteira da versão de lançamento, sem enfeite.
Se faltar alguma coisa que você precisa, escreva. A lista cresce pelo que os usuários pedem.
Toda quarta, um vídeo curto sobre o imposto dos seus investimentos — a regra, a conta linha por linha, e como ela aparece no programa. Sem consultoria, com o artigo da lei na tela.
Ver o canal no YouTube — e, a partir do lançamento, a série «GFP360 · passo a passo», uma tela por vídeo.
Quase todo programa mostra uma linha subindo até a sua aposentadoria. Mas são três perguntas diferentes, e uma linha só responde uma delas.
O destino. Sai do que você gasta, não do que você ganha: para viver sem depender de salário, o seu patrimônio precisa sustentar o seu padrão de vida. É o cálculo de independência financeira.
O tempo da viagem. Com o que você já tem, o que guarda por mês e um rendimento médio, a projeção direta mostra o saldo ano a ano até cruzar o destino. É a conta que dá para refazer no papel.
As rotas. O mercado não rende a média todo ano, então a mesma carteira é simulada milhares de vezes com a variação real. Em vez de uma data, você vê a faixa — e a chance de chegar em cada ano dela.
Você gasta R$ 9.000 por mês. Para viver disso sem trabalhar, precisa de cerca de R$ 2,7 milhões rendendo.
Você tem R$ 480 mil e guarda R$ 4.500 por mês. Pela projeção direta, o patrimônio cruza os R$ 2,7 milhões em 2044.
Nas simulações, 2044 fica no meio. Em um quarto dos caminhos você chega antes de 2041; em outro quarto, só depois de 2049. Oito anos de diferença na mesma carteira, com as mesmas decisões.
A primeira conta dá o destino. A segunda dá a data. A terceira mostra que a data tem uma margem de oito anos — e é essa margem que decide se você pode contar com ela ou se precisa guardar mais. Uma linha só mostraria apenas 2044, e você nunca saberia da margem.
Suas premissas. Seus dados. Sua projeção. Seu caminho. O gasto, a poupança e a sua inflação o programa mede do seu histórico — não pergunta. O horizonte e a taxa de retirada você escolhe. E o retorno futuro, que ninguém sabe, ele pede em vez de inventar.
São mais de cinquenta. Estas quatro são as que você mais vai abrir.
Não pedimos a senha do seu banco. Não guardamos o seu extrato. Não temos como ver o que você tem — porque nada disso fica conosco.
Lançamentos, saldos, investimentos, contas apuradas e comprovantes ficam num arquivo no seu computador. O que sai daqui é a sua licença e o pedido das cotações do dia, que é o mesmo para todo mundo e não diz quem é você.
É opcional. Se você ligar, autoriza no site do seu banco — nunca no nosso — e o consentimento tem prazo e pode ser revogado a qualquer momento, no programa ou no banco.
A conexão é feita pela Pluggy, instituição de pagamento participante do Open Finance e regulada pelo Banco Central. O extrato passa pelo servidor da GFP360 a caminho do seu computador e não fica nele: não gravamos nenhuma linha, nenhum saldo, nenhuma descrição.
Nem todo banco ou corretora está disponível, e uma conexão pode falhar quando a instituição muda o seu sistema. Nesses casos, a importação por arquivo OFX continua funcionando.
O seu e-mail, para emitir a licença e mandar os avisos que você precisa receber. Nome, CPF ou CNPJ e endereço, porque a nota fiscal exige. O registro de que você aceitou o contrato, com a data. E um número que identifica a instalação, sem nenhum dado seu dentro.
Quando o programa trava, ele pergunta se pode mandar o relatório do erro. Antes de mandar, mostra na tela o que seria enviado. E nunca vai nada do que você lançou.
Você pode pôr uma senha no arquivo. Ela é a própria chave: nós não sabemos qual é, e não existe «esqueci minha senha». Se perder, perdeu o acesso àquele arquivo.
É o preço de a gente não ter como abrir a sua base. Se preferir sem senha, o programa funciona igual, e o arquivo fica aberto para quem usar o seu computador.
O programa faz a cópia e lembra você de fazer, mas ela fica com você: não guardamos nada na nuvem. A cópia leva tudo, inclusive os comprovantes que você anexou. E se a base tiver senha, a restauração pede a senha.
Você escolhe por quantos meses quer, de 1 a 12. O preço trava no prazo que você contratou: se subir depois, não sobe para você. O Open Finance é opcional, pelo mesmo prazo — quanto mais conexões, menor o preço de cada uma.
| Produto | Por mês | |
|---|---|---|
| GFP360 | R$ 24,90 | tudo do programa, com importação por OFX |
| GFP360 + Open Finance · 3 conexões | R$ 47,79 | 2 bancos e 1 corretora, por exemplo |
| + Open Finance · 5 conexões | R$ 60,36 | |
| + Open Finance · 7 conexões | R$ 72,94 | |
| + Open Finance · 10 conexões | R$ 91,80 |
Uma conexão é um login numa instituição: a conta e o cartão do mesmo banco contam como uma só.
Um e-mail no dia em que o download abrir, e os cinco primeiros passos para começar. Nada além disso.
Usamos o seu e-mail só para isso, e você sai da lista com um clique em qualquer mensagem. Política de privacidade.
Anotado. Você recebe o aviso no dia.
É para isso que ele existe. A planilha não sabe que o prejuízo de janeiro abate o lucro de março, nem lembra de descontar o come-cotas em maio. E ninguém lembra, todo ano, de tudo.
Sim. Tudo roda na sua máquina. A internet serve para conferir a licença de vez em quando e para buscar as cotações do dia.
Não. Ele faz a conta e mostra de onde saiu cada número. E quando a decisão é sua — como escolher o regime da previdência —, ele explica as duas opções em vez de escolher por você.
O arquivo continua no seu computador, e você continua abrindo para ler e exportar. O que para é apurar mês novo.
Não. O programa funciona inteiro sem ele: você importa o OFX do banco ou lança à mão. O Open Finance poupa a digitação e traz até 12 meses de histórico na primeira conexão. Quando o prazo do adicional acaba, as conexões param — e o que já foi importado continua no seu arquivo.
Serve. A empresa entra separada, com as contas dela, e o patrimônio dela não soma no seu. Dividendo, pró-labore e aporte de capital ficam registrados para a hora da declaração.